Higienização de ar condicionado

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AR LIMPO: PRÉDIOS E PESSOAS SAUDÁVEIS

Prédios “hermeticamente” fechados apresentam reduzida captação de ar externo e, consequentemente, grande concentração de poluentes químicos e biológicos no ambiente interno por conta da insuficiente taxa de renovação do ar.

A relação entre causa e efeito das condições ambientais observadas em áreas internas, com reduzida renovação de ar, e os vários níveis de agressão à saúde de seus ocupantes causadas por fontes poluentes de origem física, química e/ou microbiológica caracterizam um grande mal dos nossos tempos conhecido como Síndrome do Edifício Doente.

Em 1982, a OMS – Organização Mundial de Saúde reconheceu a existência da Síndrome do Edifício Doente quando comprovou-se que a contaminação do ar interno de um hotel na Filadélfia, 6 anos antes, havia sido responsável por 182 casos de pneumonia e pela morte de 29 pessoas, todas participantes de uma convenção no local.

Diz-se que um edifício está “doente” quando cerca de 20% de seus ocupantes apresentam sintomas transitórios associados ao tempo de permanência em seu interior, que tendem a desaparecer após curtos períodos de afastamento. Em alguns casos, a simples saída do local já é suficiente para que os sintomas desapareçam. Os principais sintomas apresentados são: irritação dos olhos, nariz, pele e garganta, dores de cabeça, fadiga, falta de concentração, náuseas.

Outros fatores associados à Síndrome do Edifício Doente são a elevação da taxa de absenteísmo (trabalhador que falta ao trabalho) e a redução na produtividade e na qualidade de vida do trabalhador, diante de sua exposição a um ambiente inadequado à ocupação. Desta forma, a qualidade do ar de ambientes interiores assumiu importante papel não só em questões relativas à Saúde Pública, como também no que diz respeito à Saúde Ocupacional.

No Brasil, a necessidade de se combater esse mal tornou-se evidente quando, em abril de 1998, o então Ministro das Comunicações, Sérgio Motta, faleceu após ter seu quadro clínico agravado em função de microorganismos alojados em dutos do sistema de climatização.

Em agosto de 1998, a ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária, órgão regulamentador do sistema de saúde, publica a Portaria nº 3.523, estabelecendo, para todos os ambientes climatizados artificialmente de uso público e coletivo, a obrigatoriedade de elaborar e manter o Plano de Manutenção, Operação e Controle – PMOC – dos sistemas de condicionamento de ar.

A partir de março de 1999, inicia-se o treinamento dos técnicos das Vigilâncias Sanitárias estaduais com o objetivo de sistematizar e implantar o processo de fiscalização com a elaboração de uma rotina de procedimentos de verificação.

Apesar de todo o esforço empreendido, faltava ainda criar critérios que avaliassem a adequação dos procedimentos adotados pelas empresas de manutenção dos estabelecimentos, ou seja, se tais procedimentos refletiam diretamente na melhora da qualidade do ar interior. Diante dessa necessidade, publicou-se, em outubro de 2000, a Resolução nº 176, contendo parâmetros biológicos, químicos e físicos por meio dos quais é possível avaliar a qualidade do ar interior.

Em janeiro de 2003, a ANVISA revisou e atualizou o documento – sob a denominação de Resolução 9/03. A norma estabelece que proprietários, locatários e administradores de imóveis climatizados por sistemas acima de 60.000 BTU/H são responsáveis pela qualidade do ar respirado por seus ocupantes. Se a fiscalização feita pelos técnicos da vigilância sanitária constatar que os limites de tolerância da poluição em ambientes refrigerados foram ultrapassados, os responsáveis poderão ser penalizados com multas que variam de R$ 2 mil a R$ 200 mil.

A falta de limpeza nos filtros e dutos de ar refrigerado propicia o desenvolvimento de micro-organismos – fungos, bactérias e leveduras – que podem levar os ocupantes de ambientes climatizados a contraírem doenças respiratórias, infecciosas ou alérgicas. O maior perigo está na presença da Legionella pneumophyla – bactéria que habita dutos de ar-condicionado, torres de refrigeração de água e bebedouros e que causa a legionelose, podendo se manifestar de duas formas: doença do legionário – um tipo grave de pneumonia – e a febre de Pontiac.

A Legionella pode estar presente em casos isolados ou desencadear epidemias de pneumonia em empresas – casos de contato com a mesma fonte de organismos e não de transmissão entre pessoas. A mesma bactéria foi o motivo da morte, em 1998, do ex-ministro das Comunicações Sérgio Motta. A febre de Pontiac é uma infecção tipo gripe causada pela inalação de água contaminada com muitos tipos de bactérias, dentre elas espécies de Legionella. Os doentes apresentam febre, tremores, mal-estar e dores de cabeça e musculares, mas sem complicações..

Atualmente, a ANVISA trabalha na definição de critérios para ambientes climatizados com fins especiais, como as salas de cirurgia e Unidades de Tratamento Intensivo de hospitais, por exemplo, onde o risco de contaminação pode ser fatal para pessoas com organismo debilitado. Governos estaduais e municipais vêm criando leis e normas cada vez mais rígidas para a fiscalização da qualidade do ar em ambientes de grande concentração pública como shopping centers, supermercados e agências bancárias, entre outros.